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terça-feira, 7 de junho de 2011

NÚCLEO

                 O núcleo é uma organela celular que pode diferir em sua morfofisiologia conforme o tipo celular. Porém de forma geral é composto por diversas estruturas, dentre elas: o envoltório nuclear, a matriz nuclear, a cromatina, o nucleoplasma, e os nucléolos.


            Sobre a primeira estrutura citada observa-se que diversos termos são utilizados para identificar o sistema que delimita o núcleo celular. Entre eles, temos: envelope nuclear, carioteca, invólucro nuclear ou membrana nuclear, porém o termo mais apropriado ou que melhor expressa à complexidade apresentada por esta organela e sua participação na estrutura e fisiologia nucleares é envoltório nuclear. Essa característica estrutural presente nos núcleos é exclusiva de células eucarióticas e nela está presente o complexo poro.
            A matriz nuclear é uma rede de fibras que se encontra por todo o interior do núcleo celular e é análogo do citoesqueleto celular. O nucleoplasma faz parte da matriz nuclear e é uma solução aquosa de proteínas, metabólitos e íons que preenchem o espaço entre a cromatina e os nucléolos.
            A cromatina é o complexo de DNA, proteínas histônicas e não-histônicas, presentes no núcleo de células em interfase. Móleculas de RNA podem fazer parte temporariamente desse complexo. Durante a fase de divisão celular, a cromatina sofre alterações em sua morfologia, composição e função, apresentando-se sob a forma de unidades individualizadas conhecidas por cromossomos. Para esta estrutura diferenciam-se duas formas visualizadas pelas eletromicrografias de transmissão: heterocromatina e eucromatina.

           Os nucléolos são organelas celulares cuja função é produzir ribossomos. Seu tamanho e forma dependem do estado funcional celular, variando conforme a espécie e, dentro de uma espécie, de tecido para tecido e mesmo de célula para célula. Quanto mais forte a sobrecarga funcional celular, maior será o nucléolo. Ao microscópio eletrônico, são detectáveis nos nucléolos áreas ricas em elementos granulares e áreas predominantemente fibrilares, que variam conforme o tipo celular.


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